Usei diariamente meu iPhone 4 por exatos 385 dias, ao longo dos quais construí uma pequena lista de defeitos dele. A troca para o iPhone 4S ajudou um pouco aqui e ali, mas vários dos grandes problemas do aparelho que vendeu belas 100 milhões de unidades permanecem. A seguir, minha lista do que há de errado com o iPhone 4.
…ler maisTive a oportunidade de brincar com um Sony Ericsson Live with Walkman nessa última semana e como parece ser um aparelho não muito comentado nas internets, segue abaixo o relato da minha experiência para quem se interessar.
Uma breve descrição: é um Android com tela de 3,2”, rodando a versão 2.3.4, voltado para a reprodução de músicas. Preço de tabela: R$699 desbloqueado.

Vale notar que sou cri-cri por essência, então detalhes que me incomodaram bastante podem passar batidos para você (-:
Tela mais pra menos que para mais, som muito bom, acabamento melhor que a média, câmera mais ou menos, software bom.
Boa pedida para quem quer um Android pequeno, mas o preço precisa cair.
…ler maisTim Carmody, da wired.com, escrevendo para o Ars Technica:
”(…) we have a huge number of Android-compatible devices. We’ve never really had anything quite like this before in mobile. That compatibility is incredibly powerful”.
Essa infindável discussão sobre quem está ganhando o espaço móvel parece cada vez mais sem pé nem cabeça, e o texto do Ars reforça essa ideia. Tanto Android quanto iOS estão ganhando suas guerras.
…ler maisSeguindo o mesmo princípio das Regras para Felicidade Computacional, resolvi pensar sobre o que posso fazer para ser o mais feliz possível com as operadoras de telefonia celular. É uma tarefa bem mais difícil… As regras escritas aqui valem para mim, atendem minhas necessidades e podem ou não valer para você. Já fui cliente de todas as grandes operadoras e nenhuma me deixou satisfeito. Este mapa mental abaixo é o jeito que encontrei para evitar os incômodos que as operadoras gentilmente nos “oferecem”.
…ler maisNa Sony Style online, na página do Xperia Pro 1:
Nada de estranho? Observe o teclado mais de perto…
Não tenho a menor ideia se devo ou não colocar o sobrenome dos aparelhos da Sony em maiúsculas - o Pro aparentemente é assim, com Pêzão, já o Xperia arc é escrito com letras minúsculas mesmo. ↩
Ticiano Sampaio, escrevendo no Droider: “(…) Quanto ao iPhone 4S, ele vai vender pra caramba, os caras vão dizer que nada é melhor que uma tela 3,5” e vão engolir a frustração quando quiserem navegar melhor na web ou usarem apps de leitura com mais frequência”.
Minhas mãos são relativamente grandes, e mesmo assim acho as telas de 4” para cima inutilizáveis (usei os dois Galaxy S e o Xperia arc por alguns dias, além do HTC Ultimate na loja). As de 3,5” que a Apple 1 usam são muito boas - talvez o tamanho ideal populacionalmente - mas para mim o ideal ainda é a tela de 3,7” que a Motorola usou no Milestone. É fácil de alcançar o topo, a palma da mão não dói quando tento alcançar algo na parte superior da tela e o teclado é mais confortável que o do iOS graças ao tamanho ligeiramente maior das teclas.
No mais, acho o uso regular de apps de leitura sofrível em qualquer smartphone atual 2, não somente no iOS. Se tem algo que melhora essa experiência é a densidade de pixels das telas 3 , algo em que o iOS costuma se dar melhor.
Agora, no que diz respeito à frustração quando quiserem navegar melhor na web, sinto muito: o iPhone 4 ainda é melhor do que qualquer aparelho com Gingerbread, incluindo o Galaxy SII. Dito isso, essa diferença parece estar relacionada muito mais com a técnica de renderização de páginas usada pelo Safari do que com algum mérito especial do hardware do iPhone - os telefones que rodarem o Ice Cream Sandwich já devem igualar ou superar a performance do iOS 4 .
Aliás, não só ela, mas um monte de OEMs usa; ↩
Exceto talvez nos foblets como o HTC Ultimate e o Galaxy Note - mas esses são inúteis para várias outras coisas, como telefonia, por exemplo; ↩
Acho aceitáveis as resoluções 720p (achada no Motorola Razr e futuramente em um Galaxy Nexus perto de mim) e o famigerado Retina Display (visto no iPhone 4 e no 4S); ↩
Leia mais neste post no Google Plus. ↩
Mais ou menos um ano atrás eu li pela primeira vez as Regras para Felicidade Computacional do Alex, então desenvolvedor do Twitter. Logo de cara concordei com a maioria delas - e comecei a pensar sobre as demais. Mais do que as regras em si - o importante é o pensamento: pensar em como devo fazer as coisas e, mais ainda, em como não fazê-las.
Como proposto pelo Alex Payne, uma lista.
…ler maisEu sempre gostei de usar atalhos de teclado. Os atalhos são essas pequenas coisas que servem para facilitar a vida de quem os conhece. Quer abrir um site em uma nova aba no Google Chrome? Você pode arrastar o mouse até o símbolo “+”, clicar nele, arrastar até a barra de endereços, clicar lá, digitar o endereço e apertar “Enter”. Ou, você aperta ⌘T e digita o endereço. A lista é longa: ⌘P para imprimir, ⌘F para localizar algo em uma página, ⌥⌘L para abrir a lista de downloads do Safari e assim vai.
Quando existe um atalho de teclado para uma ação qualquer, quase sempre é mais fácil utilizá-lo. Mas e quando não há um - somos obrigados a ficar navegando por vários menus, abrindo preferências e outras ações chatas? O Keyboard Maestro é um programa que resolve esse e vários outros problemas.
…ler maisO Merlin Mann certa vez resumiu a utilidade do Dropbox: uma vez na dentro da pasta, seus arquivos estão em todo lugar e nunca não estão em todo lugar. Neste novembro chegou ao Brasil o Rdio, um serviço de músicas que segue o mesmo princípio: suas músicas estão em todo lugar (leia-se: seus gadgets) e nunca não estão em todo lugar.
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